LIVRETO CELEBRATIVO
Santa Missa em Ação de Graças pelos 4 anos de Ordenação Episcopal de
Dom Daniel
RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.
ANTÍFONA DE ENTRADA
Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Não devemos gloriar-nos a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo; pois a palavra da cruz é força de Deus para nós que fomos salvos. (Cf. Gl 6, 14; 1Cor 1, 18)
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: O Senhor, que encaminha os nossos corações para o amor de Deus e a constância de Cristo, esteja convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
ATO PENITENCIAL
Pres.: O Senhor disse: "Quem dentre vós estiver sem pecado, atire a primeira pedra". Reconheçamo-nos todos pecadores e perdoemo-nos mutuamente do fundo do coração.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
℟.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa, E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
℟.: Amém.
Seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie eléison), caso já não tenham ocorrido no ato penitencial:
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
℟.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
HINO DO GLÓRIA
Canta-se ou recita-se em seguida o hino:
℟.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa suhplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém!
ORAÇÃO COLETA
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Ó Deus, pastor eterno dos fiéis, que governais com amor a vossa Igreja por diversos ministérios, dai que vosso servo, colocado à frente de vosso povo, presida em nome de Cristo o rebanho do que é pastor, sendo mestre fiel da doutrina, sacerdote da santa liturgia e servidor daqueles que governa. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
Leitor:
Leitura do Primeiro Livro de Samuel
1
Naqueles dias os filisteus reuniram-se
para fazer guerra a Israel.
Israel saiu ao encontro dos filisteus,
acampando perto de Eben-Ezer,
enquanto os filisteus, de sua parte, avançaram até Afec
para fazer guerra a Israel.
Israel saiu ao encontro dos filisteus,
acampando perto de Eben-Ezer,
enquanto os filisteus, de sua parte, avançaram até Afec
2
e puseram-se em linha de combate diante de Israel.
Travada a batalha,
Israel foi derrotado pelos filisteus.
E morreram naquele combate, em campo aberto,
cerca de quatro mil homens.
Travada a batalha,
Israel foi derrotado pelos filisteus.
E morreram naquele combate, em campo aberto,
cerca de quatro mil homens.
3
O povo voltou ao acampamento
e os anciãos de Israel disseram:
"Por que fez o Senhor
que hoje fôssemos vencidos pelos filisteus?
Vamos a Silo buscar a arca da aliança do Senhor,
para que ela esteja no meio de nós
e nos salve das mãos dos nossos inimigos".
e os anciãos de Israel disseram:
"Por que fez o Senhor
que hoje fôssemos vencidos pelos filisteus?
Vamos a Silo buscar a arca da aliança do Senhor,
para que ela esteja no meio de nós
e nos salve das mãos dos nossos inimigos".
4
Então o povo mandou trazer de Silo
a arca da aliança do Senhor Todo-poderoso,
que se senta sobre querubins.
Os dois filhos de Eli, Hofni e Fineias, acompanhavam a arca.
a arca da aliança do Senhor Todo-poderoso,
que se senta sobre querubins.
Os dois filhos de Eli, Hofni e Fineias, acompanhavam a arca.
5
Quando a arca da aliança do Senhor
chegou ao acampamento,
todo Israel rompeu num grande clamor,
que ressoou por toda a terra.
chegou ao acampamento,
todo Israel rompeu num grande clamor,
que ressoou por toda a terra.
6
Os filisteus, ouvindo isso, diziam:
"Que gritaria é essa tão grande no campo dos hebreus?"
E souberam que a arca do Senhor
tinha chegado ao acampamento.
"Que gritaria é essa tão grande no campo dos hebreus?"
E souberam que a arca do Senhor
tinha chegado ao acampamento.
7
Os filisteus tiveram medo e disseram:
"Deus chegou ao acampamento!"
E lamentavam-se:
"Deus chegou ao acampamento!"
E lamentavam-se:
8
"Ai de nós! Porque os hebreus não estavam com essa alegria
nem ontem nem ante-ontem.
Ai de nós! Quem nos salvará
da mão desses deuses tão poderosos?
Foram eles que afligiram o Egito
com toda espécie de pragas no deserto.
nem ontem nem ante-ontem.
Ai de nós! Quem nos salvará
da mão desses deuses tão poderosos?
Foram eles que afligiram o Egito
com toda espécie de pragas no deserto.
9
Mas coragem, filisteus, portai-vos como homens,
para que não vos torneis escravos dos hebreus
como eles o foram de vós!
Sede homens e combatei!"
para que não vos torneis escravos dos hebreus
como eles o foram de vós!
Sede homens e combatei!"
10
Então os filisteus lançaram-se à luta,
Israel foi derrotado
e cada um fugiu para a sua tenda.
O massacre foi grande:
do lado de Israel tombaram trinta mil homens.
Israel foi derrotado
e cada um fugiu para a sua tenda.
O massacre foi grande:
do lado de Israel tombaram trinta mil homens.
11
A arca de Deus foi capturada
e morreram os dois filhos de Eli, Hofni e Fineias.
e morreram os dois filhos de Eli, Hofni e Fineias.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
Libertai-nos, Senhor, pela vossa compaixão!
10
Porém, agora nos deixastes e humilhastes, *
já não saís com nossas tropas para a guerra!
já não saís com nossas tropas para a guerra!
11
Vós nos fizestes recuar ante o inimigo, *
os adversários nos pilharam à vontade. R.
os adversários nos pilharam à vontade. R.
14
De nós fizestes o escárnio dos vizinhos, *
zombaria e gozação dos que nos cercam;
zombaria e gozação dos que nos cercam;
15
para os pagãos somos motivo de anedotas, *
zombam de nós a sacudir sua cabeça. R.
zombam de nós a sacudir sua cabeça. R.
24
Levantai-vos, ó Senhor, por que dormis? *
Despertai! Não nos deixeis eternamente!
Despertai! Não nos deixeis eternamente!
25
Por que nos escondeis a vossa face *
e esqueceis nossa opressão, nossa miséria? R.
e esqueceis nossa opressão, nossa miséria? R.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
℟.: Aleluia, Aleluia, Aleluia.
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.
EVANGELHO
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.:
℣.:
Naquele tempo,
40
um leproso chegou perto de Jesus,
e de joelhos pediu:
"Se queres tens o poder de curar-me".
e de joelhos pediu:
"Se queres tens o poder de curar-me".
41
Jesus, cheio de compaixão,
estendeu a mão, tocou nele, e disse:
"Eu quero: fica curado!"
estendeu a mão, tocou nele, e disse:
"Eu quero: fica curado!"
42
No mesmo instante a lepra desapareceu
e ele ficou curado.
e ele ficou curado.
43
Então Jesus o mandou logo embora,
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falando com firmeza:
"Não contes nada disso a ninguém!
Vai, mostra-te ao sacerdote
e oferece, pela tua purificação,
"Não contes nada disso a ninguém!
Vai, mostra-te ao sacerdote
e oferece, pela tua purificação,
o que Moisés ordenou,
como prova para eles!"
como prova para eles!"
45
Ele foi e começou a contar
e a divulgar muito o fato.
Por isso Jesus não podia mais
entrar publicamente numa cidade:
ficava fora, em lugares desertos.
E de toda parte vinham procurá-lo.
e a divulgar muito o fato.
Por isso Jesus não podia mais
entrar publicamente numa cidade:
ficava fora, em lugares desertos.
E de toda parte vinham procurá-lo.
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.
CONVITE À ORAÇÃO
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.:
Sejam de vosso agrado, ó Deus, estas oferendas que vos apresentamos em favor do vosso servo e revesti com as virtudes apostólicas, para o bem de sua diocese, aquele que escolhestes para nosso bispo. Por Cristo, Nosso Senhor.
℟.: Amém.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
Prefácio
Prefácio
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: — O Senhor esteja convosco.
℟.: — Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: — Corações ao alto.
℟.: — O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: — Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: — É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pois, em Cristo, para iluminar todos os povos, revelastes hoje o mistério da nossa salvação; quando ele se manifestou em nossa carne mortal, vós nos recriastes no novo esplendor da sua imortalidade. Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes entoamos o hino da vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:
SANTO
SANTO, SANTO, SANTO,...
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo + e o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!
Pres.: — Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
— Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças,
— partiu e o deu a seus discípulos dizendo:
inclina-se levemente
— TOMAI, TODOS, E COMEI:
— ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
— Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
— ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção
— de ação de graças, e o deu a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
— TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE,
— O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS
— E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Pres.: — Mistério da fé!
℟.: — Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
℟.: O Espírito nos una num só corpo!
1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, , e todos os Santos, que não cessam de interceder phor nós na vossa presença.
℟.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!
2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Bento e o nosso Bispo Daniel, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
Pres.: — Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso,
— na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória,
— por todos os séculos dos séculos.
℟.: — Amém. Amém. Amém.
ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: — Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
SAUDAÇÃO DA PAZ
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: — Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: — Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
ANTÍFONA DE COMUNHÃO
Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus. (Mt 5, 10)
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Ó Deus, pela a força da Eucaristia, derramai sobre mim os dons de vossa graça, para que desempenhe dignamente o meu ministério pastoral e, servindo com fidelidade, alcance a recompensa eterna. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
AVE JOSÉ
Pres.: Ave José, lírios dos Patriarcas, o Senhor é convosco, sois o mais justo entre todos os homens da terra, e o fiel guardião dos tesouros do templo de Deus.
℟.: São José, pai adotivo do Senhor, rogai por nós pecadores, e obtende-nos de Deus, no fim da nossa vida, uma boa morte. Amém.
Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote, pode fazer o convite com estas ou outras palavras:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.
O sacerdote estende as mãos sobre o povo, dizendo:
Pres.: Deus todo-poderoso vos livre sempre de toda adversidade e derrame benigno sobre vós os dons da sua bênção.
℟.: Amém.
Pres.: Torne os vossos corações atentos à sua palavra, a fim de que transbordeis de alegria divina.
℟.: Amém.
Pres.: Assim, abraçando o bem e a justiça, possais correr sempre pelo caminho dos mandamentos divinos e tornar-vos coerdeiros dos santos.
℟.: Amém.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
℟.: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Ide em paz, e glorificai o Senhor com vossa vida.
℟.: Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
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